Filmes e seriados são base de entreterimento que unem pessoas ao redor do mundo. Muitas vezes, sendo educativos, e mudando nossos conceitos e idéias próprias a respeito da vida. Chegam até mesmo a nos emocionar. Este blog é organizado por um grupo de estudantes de Jornalismo e Relações Públicas, residentes em Belo Horizonte/Betim, MG. Diogo Leão, Lorena Diniz, Luiz Henrique, Sabrina Assumpção e Thiago Alves, juntos, convidam à você, querido leitor a ler, comentar e mergunlhar nesse mundo ilimitado!



Mostrando postagens com marcador violência. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador violência. Mostrar todas as postagens

sábado, 22 de maio de 2010

Pulp Fiction (Tempo de Violência)

Ficha Técnica:

Título original:Pulp Fiction
Gênero:Policial
Atores
: John Travolta , Samuel L. Jackson , Uma Thurman, Bruce Willis.

Ano de lançamento:1994
Direção
: Quentin Tarantino

Roteiro
:Quentin Tarantino, baseado em estória de Roger Avary e Quentin Tarantino

Produção
:Lawrence Bender

(http://www.adorocinema.com/filmes/pulp-fiction)


Olá cinéfilos que acompanham nosso blog, dessa vez decidi postar sobre um filme clássico. Pulp Fiction foi lançado em 1994 e reuniu quatro estrelas do cinema: John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis e Uma Thurman.
Tempos de violência conta três histórias independentes, sem uma ordem cronológica, mas ao final todas acabam se relacionando. Este estilo de trama contada de forma
não cronológica é bacana, pois não há somente um protagonista. Há vários personagens compartilhando o papel principal em cada momento do filme. Tal forma de contar a história, levou Pulp Fiction a vencer o Oscar na categoria de melhor roteiro original.
Em uma das primeiras cenas aparecem Vincent Veja (John Travolta) e Jules Winnfield (Samuel L. Jackson). Estes são dois mafiosos que trabalham para Marsellus Wallace (Ving Rhames), cobrando, executando, tudo e todos a mando do chefe. Logo depois, Vincent aparece na segunda história junto com Mia Wallace (Uma Thurman), a mulher do chefe. Vincent leva Mia, a mando do patrão, para se divertir enquanto seu marido viajava. E por último, é contada a história de Butch Coolidge (Bruce Willis), um lutador de boxe que recebeu dinheiro de Marcellus Wallace para perder em uma luta, mas não cumpriu o combinado. No decorrer do filme, essas três histórias são desenroladas de forma bem interessante.
Para aqueles que gostam de filmes de ação e crime, este é uma boa dica.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

GUERRA AO TERROR

O Maior Ganhador de Oscar de 2010


Não poderia deixar de postar no blog sobre este filme que levou a melhor da noite em Cannes, e que foi o maior concorrente do tão comentado Avatar. Depois de assistir e achar que não merecia ter levado tanta premiação, tenho que fazer minha crítica à Guerra ao Terror.

Com uma temática realista e presente em nosso dia a dia sobre a presença do exército norte americano no Irã, o filme foca exclusivamente em mostrar o controle e combate ao terrorismo (como o próprio nome sugere) que os Estados Unidos enfrentam anualmente neste país asiático. Só por essa prévia, já se acha um defeito do filme. Exatamente por ter apenas um tema, o filme ficou deficiente por tratar-se apenas de um assunto. Por isso, no final da história não se pode tirar muitas conclusões e um leque de lições, o que geralmente é um dos objetivos de filmes. Outro resultado dessa monotemática é que o filme chega ficar um pouco cansativo em algumas partes, então, àqueles que esperam encontrar ação o tempo todo quando assiste um filme, Guerra ao Terror não é a melhor opção.

Como mostrar com clareza os enfrentamentos ao terrorismo do Irã é um dos objetivos do filme, cenas fortes estão presentes o tempo todo. Apesar de achar que poderiam ter inserido mais esse tipo de cena, as que aparecem no filme, já são muito fortes. Os episódios que são mostrados chegam a nos comover, pois sabemos que tudo o que se passa no filme é real. E ai está um ponto positivo do filme, que nos leva pensar mais sobre a situação do Oriente Médio. Mesmo aos que não entendem direito a triste história e toda política forjada que domina o local com clareza (o que pode ser considerada uma qualidade do filme). Podemos ver o que a liberdade, o sentimento de domínio e a ganância por mais poder e controle chega fazer, destruindo qualquer barreira de respeito ou ética à humanidade. O exemplo mais claro disso, mostrado do filme, é quando iranianos armam armadilhas para matarem outros iranianos sem ao menos haver algum motivo interpessoal. E quando os EUA tentam controlar a situação podemos ver como a tensão no local, faz o Irã ser terra de ninguém.

Um ponto que ficou escondido no filme foi sobre a posição dos iranianos a respeito da presença tão forte dos norte americanos no Irã. Tudo bem que parte do terrorismo que os iranianos executam durante o filme pode ser considerado resposta aos americanos, mas não diretamente como é mostrado. Tudo isso pode levar a entender que a CIA dos EUA são os super heróis da terra iraniana e que sem a presença deles a terra se autodestruiria. Mas parte da guerra tem haver com o envolvimento americano nas questões diplomáticas do país oriental e o filme não deixa isso muito claro. Talvez esse fato seja porque o filme fora produzido em estúdios americanos.

sábado, 3 de abril de 2010

Survival of the Dead (2009)

Olá cinéfilos de plantão! Esta é minha terceira postagem, e procurei trazer um filme de Zumbis para vocês. O escolhido da noite foi Survival of the Dead.

Este filme é dirigido por ninguém menos que George A. Romero(foto), quem é ele? Simplesmente o criador do gênero Zumbi. Romero já dirigiu vários Best-Sellers, entre eles, A Noite dos Mortos Vivos, Despertar dos Mortos e Dia dos Mortos.

Mas infelizmente ele cagou em Survival of the Dead. O filme é horrível, os efeitos especiais são um lixo, os atores parecem amadores, a história é pobre e por aí vai.

O que acontece em filmes de Zumbis três semanas depois que as pessoas ficam infectadas? Geralmente, o telefone fica mudo, a TV não funciona e a internet nem pensar. Correto? Não neste filme! Aparece uma propaganda escandalosa de um iPhone, sim, durante toda a calamidade mundial, você consegue acessar a internet pelo iPhone.

E se não bastasse isso, o garoto que tem iPhone zoa um soldado do filme por ele ter um notebook, querendo mostrar a comparação entre um iPhone e um Notebook. Ah, esqueci de mencionar, a TV funciona! E ainda mostra um programa humorístico fazendo piadas sobre os Zumbis!

Este pode ser um filme revolucionário, mostrando que da para conviver com os Zumbis, e tentar educá-los a comer carne que não seja humana. Mas o bom do filme de Zumbi é eles comerem carne humana!

Sinopse: Quatro ex-militares decidem seguir a pista de um sujeito na internet, que fala em uma ilha onde tudo está a salvo. Só que na verdade essa ilha é assolada por zumbis, e sua população se vê dividida entre a parte que quer simplesmente exterminar todos os mortos vivos, e outro grupo, que pensa que o estado em que se encontram as criaturas é uma doença e que todos devem ser mantidos vivos até que seja encontrada uma cura. Essas duas facções acabam se enfrentando e tornando a situação ainda pior.

Este filme eu não recomendo!

Nota no IMBD:
IMBD: http://www.imdb.com/title/tt1134854/
 

quarta-feira, 31 de março de 2010

TERRITÓRIO RESTRITO

A Diversidade de Casos Trágicos Provindos de uma Mesma Restrição

Contradizendo o que uma vez fora dito após a derrubada do Muro de Berlim (1989), de que “não seriam construídos mais muros que separassem o homem”, a barreira que separa os Estados Unidos do México, além de intensa fiscalização, é um ícone que destrói sonhos e famílias, chegando a tirar vidas. Território Restrito é um filme que aborda vários temas, entre eles estão: violência, prostituição, amores impossíveis, preconceito e até abnegação da própria origem. Uma das qualidades, é que mesmo se você não estiver por dentro do contexto histórico, cultural ou político dos Estados Unidos, você entenderá o filme, pois é de fácil compreensão.
Os exemplos que o filme exibe a respeito da rígida democracia de imigração do país são trágicos. A meu ver, um dos fatos mais marcantes foi o de uma adolescente, islâmica, que sofre preconceitos na escola onde estuda por amar e defender os ideais do seu país de origem. Assim, seus colegas de classe a denunciam às autoridades norte americanas com o argumento de que a menina estaria fazendo apologia ao terrorismo. Nisso, o sistema de imigração invade sua casa, levando-a presa e deixando uma única escolha pra sua família, a de serem exportados. A adolescente e sua mãe, voltam para seu país de origem, enquanto, o pai com seus outros dois filhos (nascidos nos EUA) permanecem nos EUA. É o retrato da destruição de um lar.
No filme é exposto uma variedade de resultados trágicos provindos de um mesmo problema, de um mesmo sistema de controle. O filme abre mais nossa cabeça para pensarmos a respeito de uma burocracia que aparentemente é benéfica se não for analisada profundamente. Tudo bem, que a prevenção do déficit no país devido a estrangeiros residentes ilegalmente no país e que ocupam cargos de trabalho que poderiam ser dado à cidadãos norte americanos possa prejudicar o país. Mas, será que vale a pena destruir famílias e sonhos devido ao crescimento financeiro do país? Vale à pena destruir vidas para salvar o país de uma crise econômica? É uma resposta que cada um terá a sua, diferenciada. Mas, seja qual for sua opinião formada, não impede que nesse momento dezenas de pessoas estejam sendo mortas debaixo do sol escaldante no México.
Identifiquei no final do filme um defeito que aos olhos de muitos possa parecer irrelevante. Mesmo com finais trágicos de alguns casos exemplificados e demonstrados no filme, outros são resolvidos com facilidade de uma hora pra outra e não terminam terrivelmente como acho que ocorreria se fosse na vida real. Talvez, isso pode ter sido apresentado, pra não acabar de vez com o papel dos Estados Unidos, visto que este é um filme americano.